O e-commerce no Brasil nunca mais será o mesmo após a pandemia | MAIS DADOS DIGITAL

O e-commerce no Brasil nunca mais será o mesmo após a pandemia

Dos hábitos forçados pela pandemia, sem dúvida comprar online é o que apresenta menos contra-indicações. O crescimento do e-commerce foi providencial e, mesmo com a economia instável, mostra que veio para ficar. 

Esse ano o país passou 1,3 milhão de lojas online, crescimento de 40,7% em relação a 2019. Os dados são da 6ª edição da pesquisa Perfil do E-Commerce Brasileiro. Promovido desde 2014 pelo PayPal Brasil em parceria com a BigData Corp, o estudo também mostra que 55,68% dos e-commerces já oferecem pagamento eletrônico. 

Aqueles de pequeno porte – com faturamento de até R$250 mil ao ano – representam 48,06% do mercado de comércio digital. Lojas virtuais respondem por 8,48% do total de sites na internet brasileira. 

Outro relatório, o Webshoppers, elaborado pela Ebit | Nielsen, aponta que foram realizados  90,8 milhões de pedidos de compra pela internet no Brasil apenas no primeiro semestre de 2020 – aumento de 39% em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas bateram R$ 38,8 bilhões entre janeiro e junho de 2020. 

Segundo o Relatório Setores do E-commerce no Brasil, foram 1,21 bilhão de acessos nas maiores lojas virtuais do país apenas em setembro. 

O mesmo levantamento indica os nichos do e-commerce que mais cresceram durante a pandemia – o que abrange o período entre fevereiro e setembro: 

  • Pets: 171%
  • Comidas e bebidas: 156%
  • Casa e móveis: 149%
  • Moda e acessórios: 142%
  • Farmácia e saúde: 138%

Dos 15 setores analisados em setembro, 13 alcançaram alta na comparação com o mesmo período de 2019.

No ranking que compara que nicho mais cresceu entre 2019 e 2020, o pódio fica com Comidas & Bebidas (+67%), Pets (+48%) e Casa & Móveis (+42%).

O comércio on-line passou a ser opção de 46% dos consumidores nos últimos seis meses, afirma estudo do FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo). Dentro desse espectro, 41% recebem até um salário mínimo e 39% possuem renda mensal acima de dez salários mínimos.

Consumidores

Daqueles com idade entre 18 e 35 anos, 64% passaram a pedir comida online com maior frequência devido à pandemia. A pesquisa conclui que a crise sanitária global levou 72% dos brasileiros a mudarem seus hábitos de consumo. 

Ações de gigantes do ramo disparam na bolsa e já começam a pipoca cursos online de como montar sue próprio e-commerce. 

Da loja física para o e-commerce

Não dá para saber como seria o quadro sem a pandemia, mas o fato é que 2020 já é um ano histórico para o e-commerce no Brasil.   

Um fenômeno muito notado é a transição de lojas físicas para comércios online. A adequação, ainda que tenha sido exigida pelos impactos gerados na pandemia de covid-19, parece uma pretensão cada vez maior no atacado, varejo, distribuição e indústria. 

Como você deve ter percebido nos números acima, migrar para o ambiente online é simples e rápido. Mas exige o emprego de recursos tecnológicos que substituam ou otimizem os processos internos e o relacionamento com o cliente. 

É o seu caso? O momento é ideal para investir nesse universo de possibilidades que o e-commerce apresenta. Precisando de suporte para help desk, nota fiscal eletrônica, armazenamento de arquivos, tratamento de dados? A Mais Dados facilita o seu caminho. Entre em contato com a gente!

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