Data Centers | MAIS DADOS DIGITAL

Considerado por alguns o coração da era digital, o Data Center é um ambiente projetado onde se localizam equipamentos de armazenamento e processamento de dados de uma organização. Projetados com alto nível de segurança, os Data Center abrigam servidores e bancos de dados, demandando grande quantidade de informação.

Dependendo do tamanho do empreendimento, um Data Center pode acolher milhares de servidores, bancos de dados e demais componentes. Em alguns casos, esses ambientes são alojados em compartimentos ou salas de segurança contra violação e incêndios. Uma alternativa cada vez mais comum é o uso de Data Center em nuvens, que são mais práticos, pois não ocupam espaço físico e são bem mais seguros.

O Data Center em nuvem é composto por equipamentos interligados em rede à estrutura da empresa, permitindo o acesso aos dados contidos neles de qualquer lugar do mundo, a qualquer momento, de diversos equipamentos como, por exemplo, smartphones.

A infraestrutura de Data Center em nuvem oferecida pela maisDados garante uma abordagem direta ao segmento de atuação do cliente, além de serviços de TI especializados nos sistemas e aplicativos solicitados. Ficou interessado? Fale com um de nossos consultores.

Facebook anuncia seu novo Data Center

Recentemente, o Facebook anunciou a construção de seu quarto Data Center, desta vez, na Irlanda. O local escolhido foi Clonee, uma vila do condado de Couty Meath.

Este será um dos mais avançados e energeticamente eficientes Data Centers do mundo. Em Clonee, será montada uma estrutura capaz de manter ativos os serviços e os aplicativos de todos os usuários da rede social.

A expectativa é de que o Data Center seja inaugurado até o início de 2018.

 

Há mais de uma década é sabido que o futuro da computação estava nas nuvens. Este futuro já chegou e bem mais rapidamente do que se esperava: o mercado global de serviços na nuvem, estimado em US$ 150 billhões, cresce cerca de 25% ao ano, segundo empresas de pesquisas. No entanto, isso não significa que ir para a nuvem – fazer a migração de dados e tarefas, de computadores locais para servidores terceirizados – seja um processo simples.

Custo e versatilidade são dois grandes fatores que atraem as companhias sobre a decisão de levar seus programas ou seus dados para uma nuvem gerenciada por uma empresa especializada. No modelo de armazenamento local, a empresa precisa fazer um investimento prévio em equipamentos, tecnologia e pessoal. A computação se torna uma utilidade, como a água ou a luz. Assim, em vez de alugar uma estrutura, paga-se pela quantidade de espaço utilizada na rede de computadores que constitui a nuvem – e a empresa pode expandir ou contrair suas operações na hora que quiser.

Esses benefícios são imbatíveis. Mas, na prática, podem retardar ou paralisar a mudança. Por exemplo, como combinar os sistemas desenvolvidos internamente com os programas oferecidos no mercado? Qual a urgência em fazer a troca, se o sistema atual está funcionando? Qual nuvem escolher? O que passar para a nuvem e o que manter em servidores da própria empresa?

Primeiro é preciso ter em mente que há vários tipos de nuvem. Também há outros tantos tipos de fornecedores, cada um com sua força, além de inúmeros tipos de configuração de trabalho – as chamadas arquiteturas de informação, que variam de acordo com as necessidades e as condições específicas de cada empresa.

Pioneirismo

Os principais provedores de serviços na nuvem são a Amazon, Microsoft, Google e IBM. Pioneira e líder do mercado, a Amazon Web Services (AWS) percebeu a necessidade interna com o comércio online. Por investir constantemente em armazenamento e processamento de dados, surgiu a ideia de alugar o espaço excedente. O negócio mostrou-se tão atraente – receita de US$ 12,2, bilhões, lucro de US$ 3,1 bilhões em 2016 – que quase todas as gigantes de tecnologia com infraestrutura potente seguiram o caminho.

A vantagem inicial e uma política agressiva de corte de preços é o que mantém a AWS na liderança do mercado de Infraestrutura como serviço (IAAS) e plataforma como serviço (PAAS). A partir do aluguel de processamento, armazenamento, bancos de dados e ferramentas de conectividade, a companhia oferece um ambiente para o desenvolvimento de aplicações. Empresas como Netflix e Instagram armazenam e operam seus filmes e fotos pela AWS. Até a CIA, o serviço de inteligência dos Estados Unidos, usa a empresa para gerenciar parte de seus dados. Muitos dos apps que usamos diariamente rodam, sem que saibamos, nos servidores da Amazon.

A concorrência

A Microsoft passou a investir fortemente no setor em 2010, com o lançamento do Azure, também com oferta de infraestrutura como serviço, com a vantagem de que grande parte das empresas já utiliza programas da Microsoft. A companhia transformou seu popular pacote corporativo Office em serviço e seus consumidores usam os softwares para criar textos, planilhas e apresentações por uma assinatura anual. Segundo a consultoria Synergy Research Group, a AWS domina mais de 40% do setor de IAAS e PAAS, contra 23% de Microsoft, Google e IBM somados.

A aposta do Google é tão séria que a empresa já afirmou que na próxima década espera que os rendimentos da nuvem ultrapassem o negócio de publicidade online, a base de sustentação da empresa hoje. Investindo desde 2008 em serviços semelhantes aos lançados pela AWS, o Google já ocupa com folga a ponta da pirâmide de serviços da nuvem, o SaaS, graças à popularidade de serviços usados por centenas de milhões de pessoas, como a plataforma de produtividade Docs e o e-mail Gmail. Seu desafio é conquistar mais espaço no rentável mercado das empresas.

Já a IBM, há décadas vende espaço e gerenciamento de dados e programas em seus grandes servidores. Embora no início tenha resistido à computação em nuvem, passou a oferecer uma experiência de “nuvem privada”, um serviço para rodar em servidores exclusivos.

No Brasil, entre os players locais há outros provedores de conteúdo e empresas de hosting que adaptaram seus serviços à computação em nuvem, porém com serviços mais caros, uma vez que há menos ferramentas e novidades e baixo investimento em infraestrutura. No entanto, elas se beneficiam de uma característica do mercado nacional, já que a legislação brasileira exige que as empresas estrangeiras tenham servidores no Brasil. A construção de data centers envolve altos investimentos, surgindo oportunidades para outras companhias alugarem espaço em seus centros de dados para que AWS e Microsoft instalem seus servidores no Brasil.

O corretor de nuvens

Com todas essas possibilidades, como escolher o destino para os dados e programas da sua empresa? O primeiro passo é avaliar as vantagens. Para a maioria das empresas com ambição de crescer, a resposta será sim. Mas não será preciso migrar tudo o que já está funcionando para um ambiente novo. É possível construir nuvens híbridas – uma mistura entre a infraestrutura privada e uma pública.

Para tomar a melhor decisão sobre onde guardar os dados e programas, o ideal é entender como se quer usar esses dados. É uma questão estratégica e não tecnológica.

As empresas, cada vez mais, precisam incorporar ao seu processo de tomada de decisões dados que pertencem a outros bancos de dados. Mesmo dentro da empresa, há sistemas que não conversam entre si, da folha de pagamentos com o CRM ou com cadastros para marketing, por exemplo. Por isso, a figura do broker de nuvem está crescendo no mercado brasileiro, auxiliando a analisar o tamanho e o tipo de operação do cliente, para indicar a melhor configuração para contratação de serviços de nuvem.


Fonte: Canal Tech

Especialista mostra maneiras de como a computação em nuvem ajuda as empresas a diminuírem seus gastos com TI e gerar mais produtividade

Atualmente muitas empresas buscam alternativas para a redução de custos. Mas poucas sabem que na própria área de TI existe um grande aliado para a economia, a conhecida computação em nuvem. Ela consegue modernizar as ferramentas de produtividade e gestão do negócio sem precisar fazer grandes investimentos, além de diminuir os custos a longo prazo.

Segundo um estudo da IDC, cerca de 80% das organizações no Brasil preferem a computação em nuvem, devido à economia e inovação que o serviço oferece. Dentre estas, 10,4% das empresas tiveram aumento nas receitas após aderirem à nuvem e houve uma redução de cerca de 77% em relação aos custos de TI.

O especialista Fabiano Brito, CEO da FC Nuvem – startup de tecnologia do Grupo FCamara que comercializa, habilita e gerencia os recursos de nuvem de seus clientes – listou 8 dicas para quem quer economizar usando a computação em nuvem.

1 – Atualização garantida e sem custo

Com a computação em nuvem, o usuário terá sempre à sua disposição o software mais recente, sem custo adicional. Isso além de garantir a redução de custos, garante a segurança já que o usuário poderá contar com as versões mais atualizadas e seguras, sem precisar se preocupar com manutenções que travam a produtividade dos usuários.

2 – Backup

Optar pelo backup na nuvem garante que seus dados estejam disponíveis sempre que precisar, garantindo a produtividade contínua dos colaboradores. Assim a empresa estará preparada para incidentes físicos e riscos digitais (hackers, falhas) sem precisar comprar ou instalar internamente equipamentos e softwares de alto custo e mantê-los atualizados e seguros.

3 – Espaço

O armazenamento na nuvem possui grandes vantagens quanto a redução de custos, como: pagar apenas pelo espaço utilizado, não se preocupar com o monitoramento contínuo, ter segurança de que os dados estão protegidos, armazenamento redundante, entre outros.

4 – Previsão de gastos

A nuvem permite que a empresa faça cálculos antecipados de como pretende escalar ao longo do tempo, possibilitando o planejamento de recursos com as estimativas de custos para capacidades maiores de armazenamento e transmissão.

5 – Segurança

A segurança da computação em nuvem é diferente da segurança tradicional. Agora a responsabilidade pela segurança é compartilhada com o provedor de nuvem e isso possui um ótimo custo-benefício para o usuário. O provedor de nuvem é responsável por criptografar, proteger e manter atualizados e disponíveis os dados de sua empresa e também prevenir ataques.

6 – Compatibilidade garantida e economia em suporte

Suporte e manutenção de data centers físicos, máquinas locais com configurações distintas e diversos softwares e sistemas operacionais necessita de uma equipe de TI dedicada ao assunto, o que possui um custo muito alto. A nuvem elimina a maior parte desses problemas ao dispensar o suporte e manutenção desta infraestrutura e ainda garantir compatibilidade para todos usuários ao permitir acesso a qualquer máquina que se conecte a internet.

7 – Redução de Custos com infraestrutura de TI

A nuvem faz com que as empresas deixem de se preocupar com uma complexa infraestrutura de TI local, como servidores e equipamentos, local de instalação, dimensionamento do sistema de refrigeração, segurança, etc. Esse trabalho todo agora é do provedor de nuvem que já conta com toda a parte física em suas dependências. Além disso, não será mais necessário investir em infraestrutura a longo prazo, levando em consideração o uso futuro pois a nuvem permite a escalabilidade conforme necessidade, pagando somente pelo que utilizar.

8 – Pagamento

Existem duas principais formas de fazer o pagamento do consumo de nuvem na empresa: cartão de crédito direto com o provedor e faturamento através de parceiros do provedor.

Muitos gestores optam pelo pagamento via cartão de crédito pois acreditam que é a forma mais fácil e barata de se fazer isso. Entretanto este é um grande erro! A contratação de nuvem desta forma traz mais desvantagens do que vantagens, como impostos, riscos fiscais, variação cambial e atendimento e suporte não especializado. Com o cartão, o contratante fica suscetível à variação do dólar, incidência de outros impostos (como IOF), atendimento e suporte não-especializado.


Fonte: IT Fórum 365

Ao usar serviços de cloud computing, é fácil perder de vista os principais riscos de continuidade de negócios. Separamos 4 elementos muito importantes para considerar quando definir nuvem para sua empresa

Os departamentos de TI estão sob constante pressão para disponibilizar novas tecnologias que permitam que a empresa mantenha dados críticos, aplicações, e processos, seguros e em funcionamento 24 x 7.

Some a isso ofertas de nuvem que permitem que a empresa terceirize parte da responsabilidade pela gestão e garantia de segurança e confiabilidade, e temos o ambiente perfeito para que a continuidade de negócios e recuperação de desastres seja deixada para segundo plano frente aos desafios do dia-a-dia de gerenciamento de TI.

Ao utilizar serviços baseados na nuvem, é fácil perder de vista os principais riscos de continuidade de negócios. Por isso relacionamos aqui 4 aspectos importantes que você deveria ter em mente enquanto utiliza cloud computing para sua empresa.

1- Continuidade de negócios é mais que recuperação de desastres

O mercado está cheio de termos como “continuidade de negócios” e “recuperação de desastres”, o que pode torná-lo confuso para os líderes empresariais. Mesmo o termo “recuperação de desastres” (Data Recovery, ou DR) leva a maioria dos profissionais de TI para o caminho errado.

Soluções de DR são normalmente apresentadas como a solução contra “cenários de desastres”. Mas, o que acontece, é que “desastres” associados a causas naturais não são o motivo mais comum para a interrupção de TI.

Falhas de software, hardware e erro humano são os principais gatilhos ou eventos responsáveis por algum tipo de interrupção no negócio.

Portanto, as empresas precisam parar de pensar apenas em desastres e começar a considerar maneiras de evitar interrupções.

2- As nuvens nem sempre incluem alta disponibilidade e/ou garantia de continuidade de negócios

A todo momento, um serviço de nuvem é entregue a partir de um Data Center. Se esse Data Center tiver problemas, seu fornecedor de nuvem pode mover suas cargas de trabalho rapidamente para um novo Data Center?

O conselho é sempre verificar como a empresa fornecedora lida com isto para poder decidir como se preparar para essa eventualidade. Muitas vezes os players de nuvem pública disponibilizam maneiras de garantir a continuidade de negócios utilizando replicação de dados em Data Centers localizados em regiões distintas.

Fique atento: este recurso não é padrão na oferta de nuvem e precisa ser configurado individualmente na maioria dos casos.

3- A localização dos servidores garante mais do que latência

A nuvem não é um lugar mágico e etéreo. O local onde seus arquivos estão armazenados fisicamente realmente importa. Porque a localização dos servidores da nuvem pode afetar a velocidade de acesso e preços.

Mas é um erro pensar em localização apenas por este prisma. Quando falamos em continuidade de negócios, localização em região diferente da principal e, eventualmente, o uso de fornecedores distintos realmente é algo a ser considerado.

4- Backup nem sempre é parte da oferta padrão

Nem todo fornecedor de nuvem oferece backup de dados armazenados dentro das métricas necessárias para o negócio de sua empresa. Alguns fornecedores sequer oferecem backup dos dados como parte padrão de sua oferta.

Por padrão, assuma que o fornecedor não oferece garantias, e verifique com o mesmo como ele lida com backup antes de definir um plano para isto.

Continuidade de negócios é um tema importante para você?

A segurança de dados e a redução de custos nas empresas precisa ser, na atual conjuntura, uma prioridade. Isso porque a perda de qualquer informação, por menor que seja, pode causar impactos em projetos e interromper todo o progresso de uma organização. E, claro, reduzir custos é fundamental para a criação de um negócio rentável e promissor.

À medida que novas tendências tecnológicas e comportamentais vão surgindo ao redor do mundo, o mercado exige que as empresas promovam uma profunda transformação em diversas áreas, especialmente relacionadas à Tecnologia da Informação.

Hoje, recursos como o armazenamento de dados na nuvem e o desenvolvimento de soluções relacionadas a data centers ajudam a garantir a segurança da informação e a redução de custos nas empresas, além de proporcionarem eficiência nas operações e um melhor aproveitamento de espaço físico.

Confira o post de hoje, conheça outros benefícios desses serviços e veja como eles podem transformar a rotina da sua empresa. Boa leitura!

Um bom data center representa segurança e redução de custos nas empresas

Atualmente, as empresas precisam de soluções que unam eficiência e economia para atender suas demandas com velocidade e qualidade, sem que isso se torne complexo e caro. Para isso, é necessário contar com uma rede moderna e escalável, capaz de se adaptar às necessidades do negócio.

Para os especialistas em TI, essas são qualidades indispensáveis a um data center, tecnologia que centraliza toda a infraestrutura de TI de uma empresa e é utilizado para armazenar as informações do negócio em um ambiente remoto e confidencial.

Tudo é feito automaticamente e resguardado no meio virtual, livre de riscos de danos, violações e perdas. O acesso a informações e a troca de dados entre os usuários, ainda, acontece de forma integrada, rápida e muito mais simples.

Em suma, um bom data center é sinônimo de segurança. Mas, e a redução de custos, como é possível?

Como reduzir custos com o data center?

A redução de custos nas empresas, hoje, tem sido a palavra de ordem. Para que isso seja possível, o primeiro passo é preciso eliminar todos os gastos dispensáveis, possibilidade que o data center proporciona.

Servidores físicos geram custos supérfluos, como consumo excessivo de energia elétrica, e exigem cuidados que podem ser suprimidos, como manutenção frequente, controle de temperatura e uso de geradores.

Nenhuma dessas preocupações existem quando você utiliza um bom Data Center, como o desenvolvido pela maisDADOS, que não está sujeito a panes, falhas de hardware ou perda de arquivos, além de não depender do uso do ar-condicionado e gerar economia na sua conta de luz.

Para completar os benefícios, todas as questões referentes a manutenção da rede serão atribuições da empresa que você contratar para te fornecer esse serviço.

Quer mais segurança ainda, sem deixar a economia de lado?

Na mesma direção dos benefícios do data center, o backup em nuvem também é um aliado na hora de garantir a segurança dos dados e redução de custos nas empresas. Com tudo salvo na nuvem, não há riscos de perder informações e arquivos importantes em decorrência de roubos ou desastres naturais, como um incêndio ou enchente, por exemplo.

Diferentemente de arquivos armazenados em computadores, HDs externos e vários outros dispositivos que apresentam riscos à integridade deles dos dados, o backup em nuvem guarda suas informações em um ambiente remoto, livre de todos os riscos.

Além disso, uma boa solução de backup em nuvem trabalha de maneira automatizada e digital, excluindo a possibilidade de erros humanos, como falta de backup por esquecimento ou, ainda, violação de informações. Mas, mais uma vez: e a questão dos custos, onde entra? Vamos lá!

Backup em nuvem é uma solução acessível e flexível

Muitos pequenos e médios negócios acreditam que soluções que garantem a segurança de dados, como um bom data center e backup em nuvem, estão ao alcance apenas das grandes empresas. Não é bem assim.

O Backup em Nuvem da maisDADOS possui estrutura flexível e foi pensado para se ajustar às necessidades de cada organização. Sendo assim, ele atende e é acessível a todas elas,  independentemente do seu tamanho, pois o custo é proporcional aos recursos utilizados por cada empresa.

O pequeno empresário pode ficar tranquilo, pois é possível prever gastos, adquirir um plano com uma capacidade de armazenamento que é suficiente para atender ao negócio e, assim, pagar um valor que caiba no orçamento.

Vale dizer também que, caso o negócio cresça exponencialmente e a quantidade de informações aumente, o Backup em Nuvem é capaz de acompanhar esse avanço, sem exigir investimentos em máquinas ou em espaço físico.

Segurança para os arquivos e garantia de redução de custos nas empresas: Data Center e Backup em Nuvem

A maior vantagem de contar com um Data Center moderno e com o Backup em Nuvem é ter a garantia de que suas informações estarão resguardadas em um ambiente seguro e confiável, além de não precisar gastar dinheiro com máquinas e espaço físico.

Outro benefício valioso é poder acessar os seus arquivos a qualquer momento e de qualquer lugar, bastando para isso uma conexão com a internet. Enquanto servidores físicos restringem o uso das informações apenas para os momentos em que você está na empresa, a nuvem possibilita a continuidade do trabalho mesmo quando você ou seus funcionários precisam estar em outros lugares.

Inclusive, as duas soluções são ótimas escolhas para empresas distribuídas geograficamente, pois centralizam as informações e permitem a localização de qualquer um dos arquivos armazenados de forma rápida e prática.

Pra finalizar, com o Data Center ou Backup em Nuvem, você poderá aproveitar suas instalações, antes ocupadas por servidores físicos, para outros fins. E, quando precisar aumentar a capacidade de armazenagem das soluções, a nuvem não exigirá investimento algum em máquinas ou espaço físico.

A maisDADOS integra todas as necessidades dos clientes em um único lugar e oferece soluções completas em hardware, sistemas, soluções em bancos de dados, serviços de implementação e customização. Quer o Backup em Nuvem ou o Data Center? Fale conosco!

A segurança de dados e a redução de custos nas empresas precisa ser, na atual conjuntura, uma prioridade. Isso porque a perda de qualquer informação, por menor que seja, pode causar impactos em projetos e interromper todo o progresso de uma organização. E, claro, reduzir custos é fundamental para a criação de um negócio rentável e promissor.

À medida que novas tendências tecnológicas e comportamentais vão surgindo ao redor do mundo, o mercado exige que as empresas promovam uma profunda transformação em diversas áreas, especialmente relacionadas à Tecnologia da Informação.

Hoje, recursos como o armazenamento de dados na nuvem e o desenvolvimento de soluções relacionadas a data centers ajudam a garantir a segurança da informação e a redução de custos nas empresas, além de proporcionarem eficiência nas operações e um melhor aproveitamento de espaço físico.

Confira o post de hoje, conheça outros benefícios desses serviços e veja como eles podem transformar a rotina da sua empresa. Boa leitura!

Um bom data center representa segurança e redução de custos nas empresas

Atualmente, as empresas precisam de soluções que unam eficiência e economia para atender suas demandas com velocidade e qualidade, sem que isso se torne complexo e caro. Para isso, é necessário contar com uma rede moderna e escalável, capaz de se adaptar às necessidades do negócio.

Para os especialistas em TI, essas são qualidades indispensáveis a um data center, tecnologia que centraliza toda a infraestrutura de TI de uma empresa e é utilizado para armazenar as informações do negócio em um ambiente remoto e confidencial.

Tudo é feito automaticamente e resguardado no meio virtual, livre de riscos de danos, violações e perdas. O acesso a informações e a troca de dados entre os usuários, ainda, acontece de forma integrada, rápida e muito mais simples.  

Em suma, um bom data center é sinônimo de segurança. Mas, e a redução de custos, como é possível?

Como reduzir custos com o data center?

A redução de custos nas empresas, hoje, tem sido a palavra de ordem. Para que isso seja possível, o primeiro passo é preciso eliminar todos os gastos dispensáveis, possibilidade que o data center proporciona.

Servidores físicos geram custos supérfluos, como consumo excessivo de energia elétrica, e exigem cuidados que podem ser suprimidos, como manutenção frequente, controle de temperatura e uso de geradores.

Nenhuma dessas preocupações existem quando você utiliza um bom Data Center, como o desenvolvido pela maisDADOS, que não está sujeito a panes, falhas de hardware ou perda de arquivos, além de não depender do uso do ar-condicionado e gerar economia na sua conta de luz.

Para completar os benefícios, todas as questões referentes a manutenção da rede serão atribuições da empresa que você contratar para te fornecer esse serviço.

Quer mais segurança ainda, sem deixar a economia de lado?

Na mesma direção dos benefícios do data center, o backup em nuvem também é um aliado na hora de garantir a segurança dos dados e redução de custos nas empresas. Com tudo salvo na nuvem, não há riscos de perder informações e arquivos importantes em decorrência de roubos ou desastres naturais, como um incêndio ou enchente, por exemplo.

Diferentemente de arquivos armazenados em computadores, HDs externos e vários outros dispositivos que apresentam riscos à integridade deles dos dados, o backup em nuvem guarda suas informações em um ambiente remoto, livre de todos os riscos.

Além disso, uma boa solução de backup em nuvem trabalha de maneira automatizada e digital, excluindo a possibilidade de erros humanos, como falta de backup por esquecimento ou, ainda, violação de informações. Mas, mais uma vez: e a questão dos custos, onde entra? Vamos lá!

Backup em nuvem é uma solução acessível e flexível

Muitos pequenos e médios negócios acreditam que soluções que garantem a segurança de dados, como um bom data center e backup em nuvem, estão ao alcance apenas das grandes empresas. Não é bem assim.

O Backup em Nuvem da maisDADOS possui estrutura flexível e foi pensado para se ajustar às necessidades de cada organização. Sendo assim, ele atende e é acessível a todas elas,  independentemente do seu tamanho, pois o custo é proporcional aos recursos utilizados por cada empresa.

O pequeno empresário pode ficar tranquilo, pois é possível prever gastos, adquirir um plano com uma capacidade de armazenamento que é suficiente para atender ao negócio e, assim, pagar um valor que caiba no orçamento.  

Vale dizer também que, caso o negócio cresça exponencialmente e a quantidade de informações aumente, o Backup em Nuvem é capaz de acompanhar esse avanço, sem exigir investimentos em máquinas ou em espaço físico.

Segurança para os arquivos e garantia de redução de custos nas empresas: Data Center e Backup em Nuvem

A maior vantagem de contar com um Data Center moderno e com o Backup em Nuvem é ter a garantia de que suas informações estarão resguardadas em um ambiente seguro e confiável, além de não precisar gastar dinheiro com máquinas e espaço físico.

Outro benefício valioso é poder acessar os seus arquivos a qualquer momento e de qualquer lugar, bastando para isso uma conexão com a internet. Enquanto servidores físicos restringem o uso das informações apenas para os momentos em que você está na empresa, a nuvem possibilita a continuidade do trabalho mesmo quando você ou seus funcionários precisam estar em outros lugares.

Inclusive, as duas soluções são ótimas escolhas para empresas distribuídas geograficamente, pois centralizam as informações e permitem a localização de qualquer um dos arquivos armazenados de forma rápida e prática.

Pra finalizar, com o Data Center ou Backup em Nuvem, você poderá aproveitar suas instalações, antes ocupadas por servidores físicos, para outros fins. E, quando precisar aumentar a capacidade de armazenagem das soluções, a nuvem não exigirá investimento algum em máquinas ou espaço físico.

A maisDADOS integra todas as necessidades dos clientes em um único lugar e oferece soluções completas em hardware, sistemas, soluções em bancos de dados, serviços de implementação e customização. Quer o Backup em Nuvem ou o Data Center? Fale conosco!

Cloud computing ou computação em nuvem é a utilização de memória e capacidade de armazenamento e cálculo de computadores em servidores compartilhados e interligados via Internet.

A tecnologia, que vem ganhando força desde 2008, agrega valor a sua empresa, tornando-a mais competitiva à medida que oferece soluções seguras e de fácil acesso. Conheça sete benefícios da adoção da cloud compunting:

Acessibilidade global

A cloud computing permite que milhares de usuários conectados utilizem de uma única aplicação para acessar os dados disponíveis na nuvem. E isso pode ser feito de qualquer lugar, basta apenas uma conexão com a Internet.

Agilidade

A cloud computing permite que em pouco tempo seja possível contratar uma infraestrutura ideal, sem que para isso você que se preocupar com a aquisição de hardwares e softwares, além de infraestrutura e manutenção.

Economia

A adoção da cloud computing permite que a empresa contratante economize consideravelmente com a aquisição de helpdesk e manutenção de servidores. Além disso, o tempo para obter qualquer informação, de qualquer lugar, será ainda menor.

Fácil gerenciamento e manutenção

A atualização e manutenção de cloud computing é de responsabilidade do provedor do serviço. Além disso, o usuário consegue facilmente gerenciar e monitorar seus dispositivos de forma remota. Isso tudo, em uma interface única e de simples navegação.

Flexibilidade

A cloud computing permite que a empresa contratante consiga alterar a infraestrutura de tecnologia facilmente, ou seja, os recursos disponíveis podem ser aumentados ou diminuídos de acordo com a necessidade do negócio.

Maior produtividade

A adoção da cloud computing permite que colaboradores percam menos tempo com instalações e softwares, implementações de sistemas, instalações de data centers, entre outras atividades. Com isso, eles podem se dedicar a demais atividades que gerem valor para a empresa.

Melhor colaboração entre equipes

Como a cloud computing é compartilhada por diversos usuários, trabalhar em conjunto fica muito mais fácil, o que gera uma aproximação considerável entre as equipes. Os usuários conseguem acessar informações quando e onde precisarem, conectados em plataformas colaborativas.

oracle

Muito se fala em inovação digital, há uma corrida desenfreada por partes de algumas empresas para recuperar o tempo perdido. Eu falo algumas empresas, por que, por incrível que pareça, tem empresas que ainda enxergam tecnologia como despesa e preferem continuar colocando suas forças nos modelos tradicionais de negócios e de vendas.

Além destas, existem empresas que enxergaram o movimento que está acontecendo e conseguem perceber que a tecnologia está mudando a forma como produtos são vendidos. Porém, estas empresas estão totalmente perdidas, querem participar mas não tem a menor ideia de como entrar neste movimento tecnológico.

A situação é crítica, pois o máximo que diretores, gestores e donos de empresa entenderam é que precisam ter um setor de Inovação Digital dentro da empresa, então contratam algumas pessoas ou remanejam alguns colaboradores, colocam em uma sala com uma placa INOVAÇÃO DIGITAL e pronto, acham que já estão alinhados com o novos tempos.

Os diretores ficam tão aliviados com a criação deste novo setor que o esquecem e voltam a fazer mais do mesmo, indignados e sem entenderem por que não conseguem atingir metas e por que a concorrência que antes era irrelevante começa a incomodar.

Este artigo foi baseado no excelente texto do Alberto Serrentino e Eduardo Terra e reflete a visão sobre a transformação digital no varejo. Vou tentar dar uma visão mais clara sobre inovação, por isso, adaptei o texto com minha opinião direcionando-a para os profissionais de TI.

A primeira coisa que precisamos entender é que clientes não se relacionam mais com canais de vendas, mas com marcas, eles transitam entre os canais físico e digital à medida em que comparam opções disponíveis e decidem onde e como comprar.

O varejo precisa ficar atento às mudanças de comportamento dos consumidores, pois é analisando os pequenos momentos de desejos, necessidades e demandas que o varejo vai construir um modelo de negócio integrado, onde é possível conhecer e entender os clientes, dominar processos, gestão de produtos e informação.

Inovação digital não é simplesmente “Marketing Digital” ou “Redes Sociais”, é uma transformação organizacional e cultural.

Inovação digital não ocorre pela implantação de tecnologias, mas pela mudança da maneira como as pessoas entendem:

Inovação digital acontece com o desenvolvimento de cultura digital. A mudança cultural deve ser uma diretriz estratégica, alinhada entre conselho e direção e descer para toda estrutura organizacional (top down). É preciso repensar o atual modelo de gestão para que haja engajamento dos colaboradores e stakeholders.

Um processo de venda não tem nada a ver com o que a direção pensa, o processo precisa ser focado nos consumidores e em como gerar mais valor para eles.

Sendo assim, inovação digital não é simplesmente um projeto, mas um aperfeiçoamento permanentemente de processos e do modelo de negócios. O progressivo amadurecimento e as boas práticas permitem consolidar fatores críticos de sucesso, que seguem abaixo:

Infraestrutura de tecnologia para inovação digital
Os diretores comerciais não vão gostar, mas tenho que dizer: muitos clientes não querem ir na sua loja, eles não se importam com o seu prédio, fachada, localização, mostruário, belos vendedores bem treinados, etc. No mundo digital, o cliente quer comprar de onde ele estiver e não quer problemas na sua experiência de compra.

Então a empresa vai precisar estar presente em todos os canais, além disso, para oferecer aos clientes esta “boa” experiência de compra o varejo precisa “enxergar” seus estoques em tempo real e em diferentes filiais e canais, precisa também reconhecer e monitorar o mesmo cliente em diferentes pontos de contato. A chamada “omnicanalidade” demanda uma forte infraestrutura de tecnologia e dados.

Resumindo você, é preciso “investir” e os investimentos em armazenagem de dados, segurança da informação, comunicação de dados entre outras iniciativas não é pequeno, mas é um elemento determinante no sucesso da transformação digital para as empresas de varejo.

Eu vejo diretores, gerente e donos de lojas olharem este cenário apavorados com os gastos enormes que vão ter que fazer em tecnologia. É compreensível, mas é preciso uma nova visão sobre este tema.

Sabe aquela porcentagem que é para investimentos, aquela ampliação de loja ou a compra de novas lojas? A empresa vai simplesmente pegar este valor e “investir” em tecnologia, pois é isso que a concorrência está fazendo.

Mobilidade
O mundo está passando por uma revolução digital impulsionada por smartphones e sua presença cada vez maior no dia a dia das pessoas.

Números do Ministério das Comunicações mostram que 55% dos brasileiros com mais de 10 anos de idade (ou 96,4 milhões de pessoas) têm acesso à internet, contra 65,9 milhões no início da década.

Tão importante quanto o acesso é a intensidade e forma de uso: um estudo do Google aponta que cada pessoa busca informações em seus celulares cerca de 150 vezes por dia. Para muitos, o celular é a primeira tela, a principal forma de interação com o mundo.

Se o celular é tão presente no dia a dia, não surpreende que as principais empresas do mundo sejam companhias de negócios digitais, como Apple, Google, Amazon, Uber entre outras.

O eixo central da inovação digital está na mobilidade. É em aparelhos móveis que consumidores passam mais tempo conectados, transitam entre canais, se relacionam, se informam e que processarão a maioria de suas compras digitais (o que já acontece nos EUA, Reino Unido e China).

Aplicativos e sites móveis serão a base de comunicação, relacionamento e interação entre marcas e consumidores, dentro e fora das lojas.

O maior exemplo é o da Apple Store, no qual a plataforma Isaac permite aos vendedores gerenciar filas, consultar estoques, separar produtos, escanear itens, processar vendas, trocas e reparos, recomendar produtos complementares, vender serviços, receber meios de pagamento ou vender em outro canal.

A importância dos dados
O mundo digital desafia as empresas a basearem seus processos decisórios em dados e análises, esta mudança é cultural e demandará novas competências e habilidades. Na sede do Google, uma frase bastante citada e mencionada em reuniões diz que “os dados vencem a opinião” (data beats opinion). Por trás desta frase existe um conceito essencial para o sucesso da inovação digital: o uso de dados em todos os processos de tomada de decisão nas empresas de varejo.

Decisões sobre preço, promoções, sortimento, compras, expansão, serão cada vez mais baseadas em dados. O uso de dados exige que os mesmos sejam transformados em informação que geram decisões que por sua vez geram resultados.

Há entretanto uma barreira nas empresas de varejo: a falta de uma cultura digital. Muitas decisões são baseadas em intuição, em opiniões o que atrasa e dificulta a inovação digital. Vale lembrar que startups e as empresas “nativas digitais” não sofrem deste mal e crescem com decisões mais rápidas e precisas.

Decisões baseadas somente nas opinião e experiência dos velhos diretores é praticamente um tiro no pé. É importante investir em tecnologia e bons profissionais para ter uma grande quantidade de dados para auxiliar na tomada de decisões.

Agilidade e colaboração
Projetos e iniciativas devem ser constantes, rápidos, usando prototipagem para ganhar velocidade. No mundo digital, velocidade é mais importante que perfeição, é preciso estimular o erro correto e a capacidade de testar conceitos com velocidade e baixo risco para a empresa.

É muito difícil aprender tudo sozinho no ambiente digital, a velocidade e pulverização da inovação força as empresas a se abrirem e compartilharem, isto inclui contratar novos profissionais capacitados e aproximar-se de startups, que podem acelerar e simplificar a resolução de problemas que a burocracia das empresas estabelecidas torna mais complexos

Tecnologias para ficar de olho
Internet das coisas (IoT), realidade virtual, realidade aumentada, inteligência artificial e machine learning desafiam o varejo a entender estas tecnologias e aplicá-las para aumento de produtividade e gerar valor aos clientes. Atualmente o que vem causando impacto é o “comércio conversacional” (conversational commerce), a união de dispositivos com reconhecimento de voz e inteligência artificial.

Plataformas como Alexa da Amazon, Siri da Apple, Cortana da Microsoft e Google Now do Google transformarão a maneira como as pessoas se relacionam e interagem com o mundo digital. A principal interface para acesso ao mundo digital será a voz, máquinas inteligentes conseguirão interpretar demandas e irão aprender na interação com o usuário.

Online para Offline – O2O
No inicio se imaginava que se lidaria com o fenômeno conhecido como “showrooming“, onde cada vez mais clientes usariam lojas físicas para pesquisas e conhecer produtos, mas fariam suas compras online pelo menor preço encontrado.

Isso ocorre sem dúvida, mas em dimensão menor que a prevista, de outro lado cresce o fenômeno inverso, o chamado “webrooming“, onde os clientes pesquisam produtos online mas continuam indo até as lojas físicas para efetuar e concluir suas compras.

Os dados de fluxo no varejo americano (lojas físicas) vêm caindo bastante, mas as vendas do varejo físico não caem na mesmo proporção o que prova a tese de que os clientes estão indo aos shoppings e ao varejo físico para de fato comprar os produtos e a Internet tem sido cada vez mais usada como fonte de pesquisa, entendimento e apresentação de produtos e serviços.

Esta relação do varejo físico com o varejo online tem sido chamada de O2O (online para offline). Exemplos simples de clientes pesquisando endereços de lojas físicas, telefone, horário de funcionamento, são cada vez mais comuns nesta relação entre o físico e o virtual.

O varejo físico tem usado mídias digitais e estratégias digitais para atrair público para suas lojas e o varejo online tem usado o varejo físico como solução de entrega de produtos, posto de trocas. Esta relação do físico com o digital deve crescer muito nos próximos anos e a aquisição da Wholefoods pela Amazon só reforça esta ideia.

Modelos de negócio
O mundo da tecnologia vem sendo transformado pela computação em nuvem e pela dominância de modelos de negócio baseados em serviços. O mundo do varejo precisa ter abertura para questionar seus modelos de negócio.

A Apple constituiu uma empresa de serviços (Apple Enterprise) que vende a terceiros a tecnologia que encanta consumidores em suas lojas; o operador de shopping centers Westfield foi pioneiro em transformação digital e montou empresa de serviços digitais para explorar o conhecimento acumulado; empresas como Staples e Best Buy vêm mudando a forma como seus negócios geram receita e resultados.

O Magazine Luiza se define como uma empresa digital com lojas e vislumbra um modelo de negócios de marketplace multicanal.

Cultura digital
Um frequente erro cometido por grande parte das empresas é acreditar que conseguirão implantar inovação digital apenas com iniciativas digitais e investimentos em tecnologia. Contratar uma agência de marketing digital, estar presente nas redes sociais ou desenvolver uma operação de e-commerce são passos importantes, mas eles fracassam caso não exista uma cultura digital sobre a qual essas iniciativas possam ser estruturadas e construídas.

Peter Drucker disse certa vez que “a cultura come a estratégia no café da manhã”.

Isso significa que, sem um trabalho forte e prévio de desenvolvimento de uma cultura digital, iniciativas digitais, ainda que boas, provavelmente irão fracassar.

E como se constrói uma cultura digital corporativa?

Uma competência organizacional gera valor percebido pelo cliente, provoca diferenciação em relação aos concorrentes e pode ser expandida. A cultura digital deve ser tratada como uma competência essencial para as organizações e precisa ser colocada dessa forma nos processos de contratação, nas iniciativas estratégicas e na avaliação dos executivos.

Para o desenvolvimento da cultura digital como competência organizacional, é preciso mergulhar no mundo digital.

Por isso, a empresa precisa fazer com que seus colaboradores (especialmente os executivos) adotem hábitos digitais como: usar o Uber, ficar hospedado pelo Airbnb, acessar conteúdos via YouTube, manter contas em redes sociais, todos são passos simples e pequenos, mas importantes para que as pessoas adotem uma cultura digital, mudem seus comportamentos, hábitos e, paulatinamente, viabilizem a transformação corporativa.

O grande desafio de uma mudança de cultura está no fato de que os gestores das empresas tradicionais são analógicos, e por isso não possuem um modelo mental digital. Em vez de “nativos digitais”, eles são “imigrantes digitais”, estão se adaptando a uma nova realidade.

Por outro lado, os mais jovens, os “nativos digitais”, não têm experiência de gestão, liderança e estratégia, mas dominam as ferramentas necessárias para implementar a transformação cultural.

Por isso, os gestores precisam aprender com os jovens e os jovens com os gestores.

Os ambientes de trabalho contribuem para mudança cultural. Espaços rotativos, ausência de salas, executivos integrados com seus times, escritórios com cara de campus universitário ou verdadeiras “garagens” são exemplos frequentes no Vale do Silício.

O ambiente de trabalho dos espaços de coworking e das aceleradoras reforçam esta ideia e startups defendem que é em ambientes assim que as ideias, a inovação e disrupção acontecem.

A mudança para uma cultura digital é um elemento determinante para as empresas de varejo e de muitos outros segmentos, nesse processo de ruptura e inovação que já começamos a presenciar e que, certamente, só veremos acelerar nos próximos anos.

Repensar a estrutura organizacional
A base de uma cultura digital provoca grandes discussões a respeito das novas estruturas organizacionais. Tomando o Vale do Silício como modelo, fica evidente que mesmo as grandes empresas têm migrado para estruturas organizacionais mais leves, colaborativas, flexíveis e com menos hierarquia, burocracia e reuniões intermináveis.

Pensar a transformação digital sem uma nova estrutura organizacional é querer construir um edifício novo em uma fundação antiga.

Talvez este seja um dos desafios mais complexos para as empresas de varejo, pois empresas com modelos mais modernos de gestão como Spotify, Google e as grande maioria das startups não têm um modelo único.

O fato é que as características mencionadas acima, colaboração, flexibilidade, leveza, velocidade e menos hierarquia estão presentes em todos os casos bem sucedidos de novas estruturas organizacionais.

Fica claro também que as mudanças nas empresas da chamada velha economia precisam ser feitas em etapas, mais no formato de “evolução” do que no formato de “revolução”. Isso para que a cultura e as pessoas possam absorver e entender o novo modelo.

Salvo nos casos nos quais o setor esteja sobre ameaça de ruptura por novos modelos de negócios, nos quais as empresas precisarão de transformações radicais para sobreviverem.

Transformação digital é muito mais abrangente que venda online e multiplicação de canais, ela envolve repensar a forma da marca se comunicar, relacionar e servir seus clientes, o desenho organizacional, a cultura da empresa e a evolução de seu modelo de negócios. Empresas como Apple, Sephora, Walmart, Magazine Luiza, Boticário, Reserva e Bob’s compreenderam o desafio.

Conclusão
Parece simples olhar para os gigantes do varejo e sugerir mudanças de cultura e na estrutura organizacional de uma empresa tradicional.

Mas, infelizmente não sou eu e outros autores que estamos dando simples opiniões sobre este assunto, esta é atual realidade do mundo em que vivemos, as tecnologias surgem e a criatividade humana direciona para o que elas serão usadas.

Sendo assim, rapidamente surgem novas maneiras de interação e soluções novas para velhos problemas.

Para o varejo e para qualquer outro setor vai ser um desafio constante, pois não é possível prever nada, não é a tecnologia em si que afeta o negócio, mas sim como os clientes e usuários utilizarão estas tecnologias para o consumo.

Neste cenário o profissional de TI passa a ter cada vez mais importância dentro das empresas de varejo, desde de que tenha competência, as habilidades necessárias e rápida capacidade de adaptação a novas tecnologias.

Eu já dei dicas sobre carreira de TI, sobre as skills necessárias e comentei sobre os recrutadores, mas não fiz isso com objetivo de defender profissionais de TI medianos. Assim como o mercado está sendo implacável com as empresa de varejo, também está sendo com os profissionais de TI que nestas trabalham.

Estamos passando por uma fase de adaptação e um conflito de gerações de profissionais, por enquanto não está sendo fácil ser um profissional de TI, mas o futuro promete.

Ótimo trabalho a todos!

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